4 Desertos


Viviane Huber WHWellness

Viviane Huber WHWellness

momentos descontração equipe tvmais

momentos descontração equipe tvmais

Rafael,Carlos e Anderson tvmais

Rafael,Carlos e Anderson tvmais

Olá pessoal,

Acessem o site www.redetvmais.com.br para ver a chamada do programa tvmais entrevista que vai ao ar amanhã dia 27 de junho as 23:horas onde estarei relatando um pouco da minha história, porque e como comecei a correr e os momentos marcantes até aqui na carreira.
Um grande abraço
Carlos Dias

Parceiros

Parceiros


Ultra amigos

Ultra amigos


Monica Riva entrega troféu a Carlos Dias

Monica Riva entrega troféu a Carlos Dias


Herói Fung meu mestre

Herói Fung meu mestre


Carlos Dias recebe certificado Livro dos Recordes

Carlos Dias recebe certificado Livro dos Recordes

Foram momentos emocionantes, compartilhar as experiências vividas nos 4 desertos com os amigos meu treinador e parceiros.ter esse reconhecimento significa estar indo no caminho certo,é a resposta para um esforço contínuo e um acreditar inabalável de se fazer algo diferenciado, ontem foi realmente especial, pois tive a presença de amigos de infância,atletas experiêntes,e meu mestre Herói Fung. Ser recordista é ter parceiros recordistas por isso agradeço a Crocs, a Wh Wellness, a clic,a Pizzaria La Vicenza por serem parceiros recordistas no profissionalismo e respeito ao esporte.
Obrigado Obrigado Obrigado a cada amigo que acreditou que eu poderia ir além, obrigado a minha mãe minhas irmãs e ao meu filho Vinícius Dias por me inspirar,obrigado a Deus e ao meu pai de onde ele estiver por me transmitir energia para seguir em frente.
Obrigado

Abraços
Carlos Dias

As medalhas dos 4 desertos

As medalhas dos 4 desertos


Nessa terça feira dia 16 de junho as 20hs será entregue o troféu e o certificado referente a minha conquista na copa do mundo de desertos, onde me tornei o primeiro brasileiro e sul americano a correr os 4 desertos mais extremos do planeta, em menos de 12 meses.Foram momentos únicos em minha vida correr esses desertos, com certeza eu cresci muito e abri minha visão em relação ao mundo,compartilho esse feito e esse reconhecimento com minha mãe Neli, meu filho Vinícius,meu treinador Herói Fung,a Crocs meu patrocinador, a clinica Joaquim Grava,a WH WELLNESS em especial a Viviane Huber por acreditar e me motivar,a CLIC,KAILASH,UNIFESP e a todos amigos que enviaram mensagens durante as provas.compartilho com prazer com toda familia do atletismo brasileiro e espero que possamos levar a cada ano muito mais atletas para competições internacionais.
Muitas pessoas me questionam por quê correr grandes distâncias, e eu sempre digo que por eu ter um porquê muito forte.
Quantos quilometros você correria para manter a sua forma fisica? e Quantos quilometros você correria se cada quilometro adicional mataria a fome de uma criança em algum lugar pobre no mundo ou protegeria e desenvolvesse seu filho? essa é a qustão . Guando temos um grande porquê nada é impossível.

Segue o endereço e fica meu convite a quem quiser compartilhar comigo essa data e trocarmos mais um pouco de conhecimento;
CARLOS DIAS ULTRAMARATONISTA
ENTRA PARA O LIVRO DOS RECORDES BRASILEIRO

ÚNICO SUL AMERICANO A CORRER OS 4 DESERTOS
(GOBI-China,SAHARA-Egito,ANTÁRTIDA-Pólo Sul,ATACAMA-Chile)

No dia 16 de junho de 2009 as 20:00 hs no espaço LaVicenza rua Piauí,861 bairro Santa Paula São Caetano do Sul, será entregue oficialmente com a presença de autoridades e imprensa o troféu e certificado do livro dos recordes brasileiro ao atleta Carlos Dias , que percorreu os 4 desertos mais extremos do planeta em menos de 12 meses, e se tornou o primeiro sul americano a conseguir a façanha.

APOIO: CROCS – CLIC GOGGLES – WH WELLNESS – PIZZARIA LA VICENZA

Abraços
Carlos Dias
11 7439 4151
email:carlosdias12@hotmail.com

Flávia da produção e Carlos Dias

Flávia da produção e Carlos Dias

Vivian,Carlos e Renata Falzoni,Alegria

Vivian,Carlos e Renata Falzoni,Alegria

Hoje foi um dia muito especial fui muito bem recebido pelo pessoal do planeta expn da ESPN, tenho que agradecer todas mensagens enviadas pelo público durante minha participação no programa, a Renata Falzoni esteve comigo no programa foi uma grande honra poder compartilhar essa conquista junto com você Renata Falzoni, parabéns a Vivian apresentadora do programa que de forma descontraída sabe levar o programa que é dinamico e interessante, no final nos emocionamos pois novamente falei da importância e significado que minha mãe e meu filho tem em minha carreira. Parabéns a turma do Planeta EXPN e a todos que enviam mensagens ajudando a fazer o programa.

Abraços
Carlos Dias

Paixão pelo desafio


Único sul-americano a completar a Copa do Mundo dos Desertos, Carlos Dias revela o fascínio pela aventura e o espírito esportivo que existe nas ultramaratonas

 

Alegria com as medalhas
Por Cesar Candido dos Santos

Superar desafios. Este é um dos principais objetivos do ultramaratonista Carlos Dias. Aos 36 anos, ele tem em seu currículo a participação em algumas das provas mais difíceis do planetas, como a Comrades e a BR 135, e é o único sul-americano a completar as quatro etapas da Copa do Mundo dos Desertos (Atacama, Saara, Golbi e Antártida), que é disputada em locais com condições climáticas mais extremas do globo terrestre.

Nesta entrevista para o O2 Por Minuto, ele conta um pouco sobre suas aventuras e o que mais o fascina nas ultramaratonas.

O2 Por Minuto – Como você se tornou um ultramaratonista?
Carlos dias -
Sempre busquei algumas coisas no atletismo com a corrida. Participei de disputas de 21 km e completei 64 maratonas. Descobri a ultramaratona por meio da leitura, quando conheci a Comrades. Decidi que ia disputar esta prova e me preparei para isso. Fiz os 100 km de Cubatão, em 97, e no ano seguinte fui para a África do Sul disputar a prova e tomei gosto pela coisa.

O2 Por Minuto – O que mais te atrai neste tipo de competição?
CD -
O sabor do desafio. Para participar de uma ultramaratona, é preciso ter estratégia, condicionamento físico e controle mental. Algumas provas também permitem o contato com a natureza, como o desafio na Amazônia, no qual passei por trilhas onde jamais estaria e pude ver coisas incríveis. Isto me fascina.

O2 Por Minuto – Como é a sua preparação para uma prova?
CD -
Não faço nada de extraordinário. Corro três vezes por semana de 20 a 25 km. Costumo variar um pouco e treinar no asfalto, areia e trilhas.Também faço natação, musculação, massagens e acupuntura. O segredo é conhecer o limite e prestar atenção no descanso. Não adianta forçar muito. A somatória de tudo isso me permite entrar inteiro nas provas.

O2 Por Minuto – Qual a ultramaratona mais difícil que você enfrentou?
CD -
Cada prova tem sua dificuldade e requer adaptações. Na Copa do Mundo dos Desertos, que foram as últimas corridas que fiz, acho que a mais difícil foi a do Atacama. Havia muita mudança no clima e no terreno do percurso. Isto exigiu muito e eu terminava exausto as etapas.

O2 Por Minuto – No meio de uma prova, você já pensou alguma vez: “o que estou fazendo aqui” ou “nunca mais volto para este lugar”?
CD -
Esses questionamentos sempre existem durante uma competição. E o treinamento mental é muito importante para eliminar isso. Antes de ir para um desafio, imagino como vou superar os momentos difíceis. Durante a disputa, procuro sempre pensar no dia da chegada, na festa que farão quando eu terminar e no meu filho. Ficar preso a pensamentos negativos limita muito e pode fazer com que eu desista ou me acidente.

O2 Por Minuto – Existe companheirismo entre os adversários durante uma competição?
CD -
Sim, e isto é fascinante. Cada competição é como uma Copa do Mundo, pois são mais de trinta países representados. Mesmo assim, existe uma solidariedade enorme. Todos se cumprimentam antes das etapas e o clima é muito bom. Dentro da prova, nos comunicamos e tenho amigos dos mais diversos lugares do planeta. Esta é uma das minhas maiores conquistas com a ultramaratona. É um tipo de competição que não existe conflito, as pessoas se ajudam e existe o verdadeiro espírito do “fair play”.

O2 Por Minuto – Qual é seu próximo desafio?
CD -
Vou cruzar os Estados Unidos do Pacífico ao Atlântico. Sairei de São Francisco e chegarei em Nova York, em um total de 80 dias e 5.250 km. A minha última etapa neste desafio será completar a Maratona de Nova York. Pretendo fazer uma grande festa no Central Park.

O2 Por Minuto – E dá para pensar em vitória na Maratona de Nova York depois de correr 79 dias seguidos?
CD -
Acho que não (risos). Minha intenção é fazer a prova em 4h30min. Muitos amigos já disseram que vão me acompanhar na maratona e será uma grande festa.

Confira os principais desafios vencidos por Carlos Dias
1998 – Comrades Marathon (África do Sul) – 90km
1998 – Maratona de Nova York (Estados Unidos) – 42,195 km
1999 – Apeldoorn Holanda IAU (Holanda) – 24 horas
1999 – Deserto do Arizona (Estados Unidos) – 432 km
2000 – Rio de Janeiro a São Paulo – 500 km
2001 – Deserto do Arizona (Estados Unidos) – 432 km
2002 – Deserto do Arizona (Estados Unidos) – 432 km
2003 – 1.000 milhas brasileiras – de Porto Seguro (BA) a São Bernardo do Campo (SP) – 1.600 km
2003 – Jungle Marathon (Amazônia)– 250 km
2004 – Apeldoorn Holanda IAU (Holanda) – 24horas
2004 – Jungle Marathon (Amazônia)– 250 km
2004 – Ecomotion (Bahia) – 500 km
2006 – Jungle Marathon (Amazônia)– 250 km
2007 – Desafio Oiapoque ao Chuí – 9.000 km em 100 dias
2008 – BR135 (BRA) – 217 km
2008 – Gobi March (China) – 250km
2008 – Saara Racing (Egito) – 250km
2008 – Last Desert (Antártida) – 250km
2009 – Atacama Crossing (Chile) – 250 km

 

carta-racing-the-planet

Uma das coisas que jamais sairá de minha mente, é a grande integração que os atletas tinham nos acampamentos ao longo das etapas dos 4 desertos.

Isso me marcou e agregou valor em minha maneira de visualizar o mundo. Ali convivi com pessoas realmente especiais dotadas de um capital intelectual fantástico, e não importa se o contato foi com um grande atleta como o americano Dean Karnazes ou um médico renomado em todo o mundo, ou pelo contato com as pessoas locais que vivem isoladas  do resto do planeta, mas que tinham uma riqueza cultura gigantesca passando para nós suas crenças, seus rituais e seus sonhos.

Ao longo dos 4 desertos, o mundo ficou pequeno eu passei  a ter contato com pessoas de mais de 30 países diferentes, através dos amigos conquistados no dia a dia . Conheci pessoas de países que jamais imaginaria ter contato como Vietnan, Tibet ,País de Gales entre outros.

O mais incrível é que nos desertos onde eu continuei a correr, os atletas e staffs que conheci nos primeiros desertos me enviavam mensagens de apoio todos os dias. Se alguém me perguntar o que ganhei com os 4 desertos. Eu posso responder com entusiasmo ganhei a riqueza do respeito, do conhecimento  e da amizade conquistada em momentos difíceis.

A amizade que o esporte me proporcionou nem mesmo as pedras de Gobi,ou o calor escaldante do Sahara, o Gelo paralizante da Antártida e o sal do Atacama será capaz de destruir.

Eu vivo o esporte busco grandes desafios pois sei que não importa quão longe ou isolado eu possa estar, terei ou conquistarei grandes amigos.

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Foram 10 meses o espaço entre o sonho e a realização, no dia 08 de junho eu dava início em Gobi na China a uma jornada muito difícil e incerta. Fui para China pensando se eu completar esse grande deserto seria um grande sonho que realizaria, mas quando cruzei a linha de chegada pensei quero os 4 desertos eu consigo.

A crocs acreditou em meu trabalho e eu me preparei para correr em outubro o deserto mais quente o Sahara no Egito, lá juntamente com outro brasileiro o Rodrigo completei com um tempo bem melhor que Gobi e logo em seguida estava indo para o deserto mais frio a Antártida Pólo Sul, mesmo com uma viagem extrema cheia de riscos em um mar cheio de gelo. Eu consegui cumprir e superar o frio exaustivo da Antártida.

Voltei da Antártida com uma contratura na no músculo adutor da coxa esquerda. Tinha então 3 meses para me preparar para o último deserto o Atacama o mais seco e alto do planeta, fiz uma parceria com a clinica do Dr.Joaquim Grava que me reservou piscina com a fisioterapeuta Yoli e trabalho de fortalecimento com o prof. Paulão na unifesp fiz meus exames necessários  para ir com  mais segurança  para o Chile.

No dia 25 de março cheguei a São Pedro do Atacama cidade encravada no deserto do Atacama com pouco mais de 1600 pessoas morando, e muitos estrangeiros em busca de paz e encontro com a natureza.

Fiz um treino de 10 km e senti logo de cara que não seria fácil pois o ar era realmente seco e nos limitava em termos fisiológicos, no dia 27 chegou todos atletas médicos, imprensa. Foram feitas as checagens médicas, e de equipamento e dia 28 de março partimos para o primeiro acampamento a 3500 metros de altura no deserto.A temperatura a noite era muito fria cerca de 4 graus negativos, e no dia 40 graus positivos.

No dia 29 de março  finalmente foi dada a largada da prova e logo na primeira hora enfrentamos um paredão que tivemos que escalar um a um o ar estava muito limitado e meu corpo já sentiu muito logo os efeitos da altitude, tive enjôo e fraqueza nas pernas. Todo o meu treinamento parece que não tinha dado o resultado que eu queria, mudei de estratégia e passei a pensar que deveria segurar meu ritmo e reservar energia para o dia longo. Nas 4 primeiras etapas sofri muito pois estávamos subindo e descendo montanhas a cada hora, o solo mudava constantemente, passando de pedras, sal com barro, depois água gelada, dunas e novamente sal .Cheguei a pensar que talvez não conseguisse chegar, pois meu corpo ficava a cada dia mais exausto e fraco.

Na quinta etapa a mais longa, saímos de uma enorme sala onde levamos cerca de 4 horas para cruzar e o sol forte batendo no chão e refletindo em nossa pele fazia com que perdêssemos água do corpo mais rápido, então eu não deixei de me hidratar um só minuto.  Nessa etapa de 73km subimos dunas enormes, cruzamos grandes planícies com pedras e sal e entramos rios gelados além de escalar algumas rochas mais íngremes. Tinha colocado como  meta completar essa etapa em até 24 horas e quando foi 11 horas da noite e eu cheguei ao ultimo ponto de controle, só faltavam 9km para chegar ao acampamento. Fiquei muito animado e segui juntamente com um atleta chileno e uma italiana,  coloquei mais uma meta de chegar até as 3 horas, mas começamos a subir mais uma grande cordilheira e depois começamos a descer uma enorme dunas e chegar no vale da lua onde serpenteamos entre montanhas em uma caminhada sem fim, após ter rodado por 2 horas encontramos um paredão com dois staffs, que nos disseram que teríamos que descer rapel, cerca de 150 metros no escuro. Eles disseram só faltam 2 km , mas era bem mais. Após descermos o paredão, entramos em uma gruta e cruzamos o outro lado da montanha e após mais uma hora e meio finalmente chegamos ao acampamento. Ali fiquei muito aliviado e feliz pois faltava uma etapa de 10km .

No dia 04 de abril levantei com atletas me dando boa sorte e parabéns, os médicos tirando fotos dos meus pés, a tv alemã filmando e perguntado por que eu não tinha bolhas. As Crocs foram fantásticas pois o solo do Atacama é o mais extremo de todos os desertos.

Os atletas começaram a assinar minha calça deixando frases de incentivo, quando fui para a largada mesmo cansado corri muito e fiz em 2 horas todo o trecho de montanhas. Quando entrei em São Pedro do Atacama com a bandeira do Brasil e com a foto do meu filho, vi as pessoas gritarem Brasil Carlos Brasil. Cheguei a uma praça principal da cidade onde estava lotada, e a emoção tomou conta de mim recebi abraços e um filme se passou em minha mente foram 10 meses para conseguir estar ali. eu conseguia a 4 medalha.

A noite teve um jantar para a premiação e ali a organização oficialmente anunciou que eu era o primeiro atleta sul americano a correr os 4 desertos e melhor em 10 meses. todos se levantaram e aplaudiram e gritavam Carlos Dias ou crocs man.

Eu tenho que agradecer a Crocs e toda sua equipe,a clinica do Dr. Joaquim Grava, a Unifesp, minha mae,meu filho,ao meu treinador Herói Fung  e a todos que me enviaram mensagens diariamente nos desertos.

Acredito que por mais difícil que seja um sonho temos que buscá-lo incansavelmente pois no final tudo vale a pena.

Tenho comigo 4 medalhas pesadas que me deixam leve e com  mais vontade de buscar novos desafios, obrigado.

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Hoje estou muito emocionado e nem consigo escrever, além de estar com muito sono, amanha cedo estou indo de volta para casa chego em Cumbica (Guarulhos) às 19hs.

Estou levando as 4 medalhas . Só tenho uma coisa para falar agora estou com um grande nó na garganta: obrigado muito obrigado a Crocs, minha mãe, meu filho e a todos que enviaram mensagens.

A chegada hoje em Atacama foi mágica e deixo aqui uma legião de amigos também. Foram às energias os pensamentos as orações que me fizeram seguir neste deserto que me testaram a cada minuto. Se eu tivesse que falar o que sinto agora  acho que resumo em  Emoção e vontade de abraçar a todos.

Amanha volto sem bolhas e sem lesão só com muita alegria de ser o primeiro sul americano a conquistar os 4 desertos.

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Se quiser ver mais videos é só acessar o site oficial da prova ou a pagina no Youtube.

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