Agora relembrando os 60 dias vividos na estrada,me traz uma ponta de saudade de cada sorriso e abraço dirigido a nós.

Éramos dois brasileiros desbravando um país estranho, estranho até para muitos americanos.

Dois brasileiros que foram recebidos com todo carinho e respeito pelos cidadãos americanos e cidadãos brasileiros que lá vivem.

Temos orgulho de ser brasileiros pois guando falamos que somos do Brasil, a fisionomia é diferente mais especial, o aperto de mão mais firme, algo contagia as  pessoas que faz com que sejamos um povo diferenciado.

Tenho na memória um dia em que vários americanos paravam seus carros para nos parabenizar, pelo fato de o Rio de Janeiro e o Brasil sediar as olimpíadas de 2016, fiquei particularmente emocionado e isso me inspirou ainda mais a seguir em frente.

Houve dias isolados do mundo,mas integrado pelo pensamento com meu filho Vinícius, minha mãe Neli e todos amigos.

O Francisco foi para mim um ser extraordinário no qual tenho muito respeito e tenho que agradecer todos os dias, pois ele foi um grande irmão e vencemos juntos cada  dificuldade .Me sinto feliz por pertencer ao esporte, e através do esporte poder de alguma forma beneficiar e divulgar o Graacc.

Sabemos que o nosso esforço não basta para solucionar problemas, mas pelo menos em algum lugar alguém teve a oportunidade de refletir sobre a responsabilidade de gerarmos valor aos que nos rodeiam.

 Foi lindo e encantador conhecer tanta gente de coração aberto a nos receber e mesmo que por poucas horas fazermos parte de uma familia.

Fica na retina as lágrimas de até logo de cada amigo e no coração ficará para sempre o valor das grandes amizades que conquistamos .

Obrigado EUA Obrigado Brasil

Carlos Dias e Francisco da Silva

Quando estou treinando procuro mentalizar a todo momento o ambiente por onde vou correr,como tentar imaginar a temperatura, a altitude, o tipo de terreno e se existe umidade ou se é seco, se tem rios para atravessar ou montanhas para subir.

Tudo isso me faz chegar ao local sem ter tantas surpresas e dá a sensação de que eu já conhecia fisicamente aquele ambiente, acabo fazendo jogos mentais simulando situações que derrepente possa enfrentar no local por estarei passando.

Como nunca fui para o sahara e moro em São Paulo treino sempre pensando no calor escaldante do deserto, mas antes de ir devo correr em alum lugar mais quente que são Paulo um exemplo é a floresta amazônica.